“They can’t stop us let ‘em try, for heavy metal we will die!”. (“Eles não podem nos parar, deixe-os tentar, por heavy metal nós morreremos”), é um trecho da música “Die For Metal” do Manowar. Banda essa que reflete bem o som true do metal para o mundo do rock.

“Uô ô oh, uô ô ohhhh eu te completo baby” (bem profundo não?), é um trecho da defecação “Garota Radical” do Cine. Banda essa que reflete bem o som fresco para o mundo da purpurina.

E aew cretinos, estou aqui novamente pra mostrar a diferença das bandas tradicionais de rock e as diarréias coloridas choronas de hoje em dia.

Já vou logo avisando que não quero entrar em termos técnicos porquê não têm como mesmo! Não existe eu comparar o guitarrista do Cine com o do Manowar, guitarrista do Restart com o do Iron. A diferença já gritante (e bem colorida).

Vamos lá, “Clássicos do Rock Vs O Resto”.

Antes de você começar a ler, sugiro que ouça uma música de sua opção durante a leitura. As sugestões são as seguintes:

Se você é um fã do Cine, ou um colorido de merda (ou mesmo um fã do rock que quer dar risada) escute isso durante sua leitura:

Se você é do mundo do ROCK leia o post ao som de “Manowar – Thor”:

Manowar

Integrantes:

  • Eric Adams – vocal (desde 1980)
  • Joey DeMaio – baixo, guitarra, teclado e violão (desde 1980)
  • Karl Logan – guitarra, teclado e violão (desde 1994)
  • Scott Columbus – bateria e persussão (1983-1991; desde 1995)
  • Kratos – Matador de coloridos

Hoje vou citar a banda Manowar que eles mesmos se intitulam criadores do true metal. Sabe esse lance de ficar chocalhando a cabeça em um ritmo contínuo não tão rápido, com o sinal de rock na mão erguendo até onde você alcança e com uma cara de mal na cara? Pois bem, é isso mesmo.

Joey DeMaio, baixista e fundador da banda que antes de formar o Manowar tocava com o Ronnie James Dio (RIP) que o largou para cantar no Black Sabbath.

Os caras têm uma pinta fodônica de entrar cada um com uma Harley Davidson botando banca pra caralho no palco.

Joey DeMaio durante o show (em todo show), chama um malandro do serrote da platéia para o palco, agora você se pergunta “pra quê?”. Pois ai que ta a diferença dos caras, ele (Joey) pede para que o fã alucinado vista a camiseta do Manowar caso esteja sem (e queima se for do Iron pois existe uma rixa entre Steve Harris e Joey DeMaio), entrega-lhe uma lata de cerveja e o ensina o jeito “Manowar” de beber! Quer mais o que né? Mas tem. Ele te entrega uma guitarra, e se não souber te ensinam a tocar uma música COM ELES.

Recentemente Scott Columbus vazou da banda por motivos pessoais. Scott Columbus toca na chamada “Drums of Doom” (“Bateria da Destruição”), que tem todas as suas peças feitas de aço inoxidável, porque sua técnica de tocar bateria é tão grosseira que as baterias convencionais de madeira com armação em metal tinham de ser trocadas freqüentemente. Fodástico o cara.

Enfim, deu pra ver o que é um rock true metal desde 1980 né? Quando esse bando de lóki colorido nem estava nem no saco escrotal de seus pais.

Como diz o trecho da música no começo do post: “Eles não podem nos parar deixe-os tentar, por heavy metal nós morreremos”). Quanto mais os coloridos tentarem, não vai adiantar merda nenhuma porquê os amantes do rock estarão sempre apostos pra dar um fim nessa modinha de merda fajuta.

Cine

Integrantes:

  • Dh – Vocal e Caganeira
  • Bruno – Baixo
  • Dan – Guitarra
  • Dave – Bateria de Lego
  • Dash – DJ
  • Animadinha – Mascote

E para confrontar os porra loca do Manowar, mais elementos recém saídos da linha de produção da Faber-Castel setor Color Plus Master Shit, a “banda” Cine.

Hoje me passaram uma comunidade no orkut que reflete muito bem o que eu quero transpôr com esse post. Veja a descrição da comunidade: “Saudades… de quando RESTART era um botão de video-game, COLIRIO era remédio dos olhos e CINE era a abreviatura de cinema.”. Agora não me perguntem se existe uma banda com um nome de “Colírio” que meu instinto assassino só aumenta. :devil:

Hoje se você ter uma banda com o nome de “Buceta Cabeluda da Mamãe” e brincar de imitar o arco-íris ta feito cara, nem precisa saber tocar instrumento direito, quatro acordes e ta tudo certo. E lógico, faça a chapinha ninja máster of num salão de sua escolha e voilá. Você será odiado por pessoas normais e adorado por putinhas juvenis que o peito ainda parece um ovo frito de gema mole, ou só um caroço de azeitona e pensam que tem cultura musical.

Voltando à descrição da comunidade, imaginem se existisse mesmo a banda que eu citei?. “Saudades…de quando Buceta Cabeluda da Mamãe era apenas uma buceta cabeluda da mamãe”. (trash).

Essa comunidade cita muito bem as coisas de hoje, tenho saudades dos tempos bons, quando banda nacional boa era Raimundos, Sepultura etc. Hoje têm esse monte de bolo fecal com instrumentos na mão achando que ta abalando alguma coisa, ainda mais com essas paradinhas de ter DJ pra fazer música tosca. Só fica mais gay ainda esses efeitos ridículos e primários que qualquer um pode fazer no Atomix. Têm que saber usar a pick-up pra fazer um rock bom, como Slipknot, Korn, Limp Bizkit. Esses caras sim têm DJ, não um nerd que aprende as coisas lendo tutorial na internet.

“Dh” é apelido pra nego de banda de rock ou é abreviação de Diahéia? (foi boa vai :D) Esse cara da umas gemidas que pelo amor de Deus! Se revela logo o gay-da-cú!.

No texto do Manowar, citei o baterista Scott Columbos que usa aço inoxidável em sua bateria pra resistir às batidas fortes. O bateristinha de merda do Cine nem precisa disso, se pá uma bateria feita de Lego suportaria as batidas de moçoila.

Enquando coloridos falam de “garota com cartão crédito no shopping”, os metaleiros falam de coisas mais “agressivas” e relativas numa música com conteúdo (seja real ou não) como o deus Thor do trovão, Odin o deus da guerra, falam do capeta from hell 666 demôníaco e tudo mais! E fazem sucesso sem precisar falar que foi chifrudo um dia, que ta chorando no canto, que escreveu uma canção com tal melodia nem porra nenhuma. Apenas são BONS.

ISSO NÃO É ROCK SEUS PUTOS!

Aguarde semana que vem, teremos outro versus!

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